Deadpool e o dilema da morte

Deadpool e o dilema da morte

Em seu segundo filme, Deadpool surpreende ainda mais a todos quanto a sua narrativa. Para bom entendedor, pode-se dizer que a grande característica do filme é representada pela “quebra da quarta parede”. Se você se sentiu leigo, não se preocupe, ainda faremos um post aqui no Portal OESTILO abordando a respeito da expressão. Deixamos bem claro que ela não é nada popular mesmo entre os fãs de cinema.

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De volta às telonas, o longa não cansa de enfatizar a irônia e sarcasmo adotados. Desde o princípio, Deadpool firma-se com uma postura que desafia as estruturas hollywoodianas quanto ao quesito da jornada do herói. Você também deve perceber bastante a presença dessa expressão aqui! Resumindo, podemos relacionar isso como o modo em que a trama se desenvolve, características semelhantes entre as narrativas de filmes de super herói, no qual a sua jornada sempre o traz uma grande recompensa, seja ela boa ou ruim.

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Em outras palavras, nada mais nada menos que todo o transcorrer da trama. O que se passou para poder se obter uma narrativa digna de herói e porque estamos enfatizando isso? Bom, muito simples. Deadpool consegue não somente quebrar esses grandes paradigmas das narrativas, como também consegue construir um novo estilo de produção.

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Assim como no primeiro, conserva-se a maioria dos atores, tais como o grande Ryan Reynolds e a magnífica brasileira Morena Baccarin. Os efeitos especiais carecem de maior detalhamento, embora sejam propositalmente confusos para conservar a abordagem da trama. Discernir uma cronologia dos fatos não se caracteriza como prioridade, pois este detalhe também faz parte da forma como o longa foi produzido. Segundo alguns fãs, mais ação, menos conversa.

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Um dos dilemas apresentados discorre sobre a vida e a morte! Nunca deixando de ironizar algumas situações cruciais. Para alguns, uma verdadeira obra prima com um pouco de maldade, para outros, muita maldade e pouca arte. Porque não um meio termo?

Mesmo sendo um personagem imortal, Deadpool consegue fazer relações grotescas com os heróis e anti-heróis dos grandes filmes, não se importando com a concorrência e deixando a comédia rolar solta, outra marca registrada. Se quer um conselho, goste ou não, este é o típico filme que ou se ama ou se odeia.

 

(Fotos: Reprodução / Internet)