Maze Runner: A Cura Mortal

Maze Runner: A Cura Mortal

Desde os primórdios, o maior triunfo da humanidade sempre foi a sobrevivência. Instinto básico da vida que sempre nos levou a tomar diversos tipos de decisões, seja através do caos e até mesmo dos acontecimentos inesperados. O ser humano por si só age de maneira inescrupulosa, sempre tentando adaptar suas necessidades através dos seus interesses. Na franquia Maze Runner as afirmações acima resumem muito bem o que os expectadores já podem esperar do filme.

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Tendo deixado no ar o questionamento sobre o fim da saga no terceiro filme, a produção mantém fielmente todos os elementos e técnicas mostrados nos filmes anteriores. Não entrando na “modinha” de optar por dividir em 2 partes (Parte 1 e Parte 2), a lealdade e credibilidade dos personagens ganham força com “A Cura Mortal”, pois a interpretação segue a mesma linha de pensamento já vista antes.

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O único aspecto diferente desde então seria a forte entrada de uma narrativa podada na aventura e na ação, deixando um pouco de lado o suspense nas atividades relacionadas à companhia do laboratório Cruel. Esse sem dúvidas é o tipo de filme adaptável em todas as maneiras de produção audiovisual. Porém, o que mais empolga a maioria dos fãs é a sua fidelidade ao focar na estrutura da produção, no caso da adaptação ao Best-Seller, sem querer tirar ou se preocupar com as características envolvendo o livro.

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Na direção de Wes Ball, desde o primeiro, o filme conta com a brilhante atuação de atores como: Dylan O’Brien, Kaya Scodelario, e diversos outros excelentes protagonistas, os quais roubam as cenas facilmente. Muito embora uma “Trilogia” ainda indefinida, temos a sensação de que algo ainda estar por vir, pois a humanidade sempre merece uma chance para recomeçar independente de todo o caos que nos aconteça.

(Vídeo: Reprodução / YouTube Fox Film do Brasil)

(Fotos: Reprodução / Internet)