O vício na tecnologia – Onde tudo começa

O vício na tecnologia – Onde tudo começa

Interessante que muito se reclama da criançada estar na frente da telinha, de aprenderem inutilidades, conteúdos impróprios ou prenderem-se no vício de jogos.

Quando bebês, os responsáveis utilizam esta tecnologia como uma espécie de “babá eletrônica” para interagir com sua criança através da música e vídeos que chamam a atenção dos pequenos. Assim, sentimentos de alegria e prazer vão surgindo com grande facilidade. Esse “equipamento”, com exceção da função de “babá”, permite neste momento grande interação. Os pais detêm o controle do conteúdo e está tudo bem.

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O tempo vai passando, a criança vai crescendo e naturalmente vai galgando seu espaço e vontades, já não precisa mais solicitar que busquem o que deseja ouvir ou ver. Os pais começam a perder o controle do conteúdo a ser assistido e de si mesmos, devido aos pedidos insistentes, birras e gritos. A comunicação começa a falhar. Alguns responsáveis podem, inclusive, acreditar que a criança está independente e pode “se virar”.

Convenhamos, é um novo mundo repleto de belezas e descobertas. Cabe a reflexão: em vez de proibir, que tal ensinar e aprender com esta realidade, pois a tecnologia vem dominando crianças e adolescentes. Como podemos trazer a bondade e prestabilidade para ser uma referência? E de que forma podemos criar uma “criticidade” nas crianças para conseguirem ter algum tipo de discernimento sobre o que deve ou não assistir?

De que modo podemos resgatar o sentimento de alegria e integração da família utilizando ou não a tecnologia?

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Muitas vezes, a tecnologia agrega alguns componentes que os pais desconhecem: sentimento de pertencimento, atenção focada nas crianças, interação e divertimento. Jogos, vídeos, conteúdos infinitos: existem meios de aprender tudo isso com os pais, basta estes pais mudarem a forma do convívio com seus filhos.

Sim! Em tudo podemos aprender. No entanto, como pais ou responsáveis precisamos nos despir da nossa rigidez, do julgamento, da tristeza que em alguns momentos percebemos que possuem nossa própria índole e dificuldades que tanto lutamos para domar ou eliminar. E tudo isso está extremamente presente em nosso filho.

A comunicação assertiva utilizando técnicas como a comunicação empática, dentre outras, auxiliam bastante a interação e troca entre pais e filhos.

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Nayane Queiroz Marrocos
(85) 3103.0507
(85) 999.58.6711
Instagram – @coachingkidseteens
Facebook – /coachingkidseteens

 

(Fotos: Reprodução / Internet / Google)

  • Maria Regina FRONZA

    Minha filha tem 4 anos e, se deixar fica o dia inteiro no celular. Combinamos um limite de tempo para utilização do aparelho, mas nem sempre consigo ficar atenta ao que ela está assistindo. Já percebi falas e comportamentos nela imitando os video s que visualizou e, desde então fico atenta ao que ela assiste. Desde que combinamos o limite de tempo, aviso quando está acabando o tempo, as vezes ela negocia, e desta forma acabamos com as birras, Nayane teve um papel fundamental nesta orientação quando fizemos o processo de Coaching com ela, minha filha tinha 2 anos e meio, vemos o resultado até hoje!