Trump, Trompete, Topete

Trump, Trompete, Topete

E, na semana que passou, corações, mentes e olhos estavam voltados para a eleição nos Estados Unidos.

Análises e mais análises…

A “surpreendente” vitória de Donald Trump não saiu da mídia.

Como habitante do Planeta Terra, sei quem é o Sr. Trump. Sei que seu partido é o GOP (Grand-Old-Party) e, a próposito, muitos dos grandes presidentes que os Estados Unidos tiveram pertenciam ao GOP, dentre eles Abraham Lincoln, considerado o maior de todos.

Donald Trump.

Donald Trump.

Não, não vou martirizá-los com mais um desses exercícios de futurologia.

Mas, convenhamos, há algo no Sr. Trump que chama a atenção, inapelavelmente: o topete. E usar aquele topete já demonstra um certo estilo…

E o que tem a ver o trompete com tudo isso? Bem, alguma coisa. Pensem nos beatniks.

Jack Kerouac.

Jack Kerouac.

Acima, uma foto de Jack Kerouac, autor do mítico “Pé na Estrada”. A escrita dos beatniks, ritmada, cool, inspirou uma outra corrente do Jazz. Chet Baker, trompetista e cantor, é um dos seus expoentes.

Quando ele canta, ou toca o seu trompete, parece até que estamos ouvindo um beatnik declamar um de seus poemas ou mesmo um de seus romances.

Chet Baker.

Chet Baker.

Por fim, chegamos ao topete. Dá até para pensar que ele voltou à moda. Mas não é bem assim.

É, na época dos “hippies”, ele andou meio desaparecido. Mas, na verdade, creio que nunca saiu de algumas cabeças.

Andando pelas ruas de Fortaleza, vemos que há muitos salões que oferecem esse corte, cheio de história. E muitos rapazes que aderiram ao estilo. Aqui mesmo, no Eusébio, vimos uma vitrine cheia de charme, esbanjando fotos de belos “topetudos“.

Topetes.

Topetes.

É. A Moda, como a Política, é cíclica.

Boa sorte, Mr. Trump!

Até a próxima!

(Fotos: Reprodução / Lucila Silveira)